No te dejes llevar por mis palabras
No te dejes levar por mis sentimientos ... son solo míos...
Déjate llevar por la vida y por tu libertad
Vive...vive todo lo que hoy tienes..
Toma los recuerdos y envuélvelos,
guárdalos para cuando te sientas solo...
mis palabras que no te envuelva
mis sentimentos que no te duelan
mi amor... déjalo aqui guardado em mi corazón
soy yo ... la que te extraña
soy yo... la que te ama
soy yo .. que vive sin ti
tú... déjate llevar ... por la vida
... son solo aquellas peque ñas cosas mias...
Freyja,neste espaço
quinta-feira, junho 29, 2006
mis sentimientos...mis palabras
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29.6.06
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segunda-feira, junho 26, 2006
roças o anil do olhar no meu
um prado febril
eu
cravo fundo
num mundo vermelho
fornalhas de linho
tu
coras
cerejas e amoras e ginjas do olhar
que em mim beijas
eu e tu
tela única
pincel e tintas
para cores absinto
para pomares famintos
para naturezas em flor
a carta de amor
que nunca lerei
daniel,neste espaço
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26.6.06
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sexta-feira, junho 23, 2006
quinta-feira, junho 22, 2006
deito-me à sombra da noite
e espero
que te diluas nos sonhos
como o deserto num rio
Teresa Tudela in T a Bernardim, Campo de Letras
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22.6.06
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domingo, junho 18, 2006
sussurro
desejo de lábios em
beijo
sussurro
desejo de pele em
tacto
sussurro
desejo de aroma em
cheiro
sussurro
ansioso
estar ... em
acto (de) sejo
Ailéh
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18.6.06
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sábado, junho 17, 2006
aqui...
lugar
de
extrema solidão
fecha-se o mundo
no ser
em fim
calma
descobre-se a noite
o real esvanece em mim
nasce oscilante o sonho...
Ailéh
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17.6.06
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sexta-feira, junho 16, 2006
sentir o momento
sentimento
amor
segredo
em eco
grito
na loucura de me confiar (dar>) entregar...
Ailéh
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16.6.06
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quarta-feira, junho 14, 2006
sou
preto em branco
carmim em azul sublime
sombra em luz
raio em negro incadescente
sou
o tom em silêncio
o eco em nota timbrada
[ sou gota de lágrima
em jeito de ser...]
Ailéh
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14.6.06
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terça-feira, junho 13, 2006
o meu olhar é nitido com um girassol.
tenho o costume de andar pelas estradas
olhando para a direita e para esquerda,
e de vez em quando olhando para trás...
e o que vejo a cada momento
é aquilo que nunca antes eu tinha visto
e eu sei dar por isso muito bem...
sei ter o pasmo essencial
que tem uma criança se, ao nascer,
reparasse que nascera deveras...
sinto-me nascido a cada momento
para a eterna novidade do mundo...
creio no mundo como num malmequer,
porque o vejo. mas não penso nele
porque pensar é não compreender...
o mundo não se fez para pensarmos nele
( pensar é estar doente dos olhos )
mas para olharmos para ele e estarmos de acordo...
eu não tenho filosofia : tenho sentidos
se falo da natureza não é porque saiba o que ela é,
mas porque a amo e a amo por isso,
porque quem ama não sabe o que ama
nem sabe porque ama, nem o que é amar...
amar é a eterna inocência,
e a única inocência é não pensar...
Alberto Caeiro
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13.6.06
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segunda-feira, junho 12, 2006
10 não - haikus
no olhar
o mais profundo
relâmpago.
em ti: o arder
solitário
da magnólia.
no andar
a leveza que desperta
olhares de gato.
com as raízes
do vento
constróis tua casa.
o silêncio
são teus olhos
na minha carne.
às vezes no poema
ocupas
o lugar do mar.
dá-me a tua voz
com ela
cantarei as pedras e o sal.
digo: nascente
e o poema
repete o teu nome.
Saber do fogo
o segredo
de em ti arder
em teu corpo
conheço
o segredo dos búzios.
Manuel A. Domingos
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12.6.06
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domingo, junho 11, 2006
O teu aroma tomou-me conta do olfacto
e o teu rosto lindo preencheu meus olhos:
és minha mesmo depois de me deixares
e só por isso me chamam poderoso.
Al-Mu'tamid (1040-1095)
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11.6.06
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sexta-feira, junho 09, 2006
acendes a paixão nas mãos e o sol madruga entre os teus dedos...
murmuras em silêncio um poema que cai em fogo sobre o meu corpo
e eu mergulho a minha taça na fonte do teu desejo
e dou-te a beber a lua
dissolvida numa lágrima que verto das estrelas...
Clara Andrade
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9.6.06
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quinta-feira, junho 08, 2006
poema piroso à noite
à noite
sinto o barulho da água
espargida pelos pássaros no jardim
do prédio
vizinho
( à noite sinto os dentes do vampiro
no pescoço do homem
encontrado morto
no telejornal da tvi )
à noite
sinto
em mim
a ascese do último
verso
al-jib
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8.6.06
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quarta-feira, junho 07, 2006
De sal conheço o sabor das minhas lágrimas!
De sal gosto o sabor do teu corpo!
o' sanji,neste espaço
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7.6.06
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terça-feira, junho 06, 2006
"Vem por aqui" – dizem-me alguns com olhos doces,
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui!"
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há nos meus olhos ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...
A minha glória é esta:Criar desumanidade!
Não acompanhar ninguém
.– Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre a minha Mãe.
Não, não vou por aí!
Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...
Se ao que busco saber nenhum de vós responde,
Porque me repetis: "Vem por aqui"?
Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí...
Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.
Como, pois, sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?
Corre nas vossas veias sangue velho dos avós.
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...
Ide! Tendes estradas,Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátrias, tendes tectos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios.
Eu tenho a minha Loucura!
Levanto-a como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...
Deus e o Diabo é que me guiam, mais ninguém.
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.
Ah, que ninguém me dê piedosas intenções!
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou.
É uma onda que se alevantou.
É um átomo a mais que se animou...
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou,
– Sei que não vou por aí!
José Régio
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6.6.06
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quinta-feira, junho 01, 2006
dia da criança mundial
O dia de todas as crianças virá com certeza. Será de sol, bom de respirar, e de um ar novo como nunca mais se há-de repetir. como a fantasia de uma terá do nunca, ou sonho de conservar o melhor da criança que todos os adultos têm. E o coração aos saltos só porque ninguém tinha sentido isso da mesma maneira: ou porque já se tinham esquecido, ou apenas porque a seguir vinha qualquer coisa de diferente…. “
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1.6.06
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