segunda-feira, julho 17, 2006

...

... colhi os seus seios numa ceifa líquida, Abri-os
com a lâmina do verso. Vi-os derramarem os mares amarelos,
fazerem crescer as marés sequiosas de lua, sugarem a luz
das grandes constelações de inverno.Desenhei com eles a figura
do mar: o dorso de Peixe das suas imagens, asas secas
de uma alegoria. Talvez me ensinem
um rumo dos estuários....

Nuno Júdice

5 comentários:

andremurta disse...

Olá AiléH, antes de mais obrigado por visitares o meu blog.
Hoje fiquei paralisado com a voz e as palavras que ouvi quando entrei no teu blog... ouvi e tornei a ouvir. Simplesmente fabuloso. è daquelas coisas que mexem connosco... pelo menos comigo mexeu. Só me vem à ideia aquele tom de voz... e as auqelas palavras... Inesquecível.

andremurta disse...

Desculpa a curiosidade, mas não resisto a perguntar-te de quem é a voz e o poema que oiço?
Não me canso de o ouvir...

daniel sant'iago disse...

Arrepiei-me!
Porque seria?

daniel

ailéh disse...

André e Daniel
a voz que ouvem ao fundo é de teresa tudela, uma POETa ( isa) do norte, retirei de um cd de um livro da campo de letras T a Bernardim... também me arrepiou, é das melhores leituras que ouvi nos últimos tempos...

Abraço amigo aos dois

Anónimo disse...

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